No mês
de agosto de 2013,a Escola Júlia Teles
foi incendiada, essa ação representou a culminância de uma sequência de
furtos,resultado da ausência de pessoal
na área da segurança patrimonial, assim como o abandono a que a escola é vitima
desde mais de uma década.
Entretanto,
já que não tem um mal que não traga um
bem, conformeafirma o ditado
popular,o incêndio possibilitou pela
primeira vez em muito tempo,apresença de representantesda secretaria da educação na escola, para
ouvir as necessidades e os anseios da comunidade, após aida de umacomissãoformada por um grupo de
15 pessoas ao gabinete do secretário.
Essa
comissão foi composta com representação de professores, alunos e pais, os quais
contaram com o apoio logístico do
mandato da Dep. Ana Lúcia.
Nestas reuniões,
foram assumidos alguns compromissos que foram registrados em ata e relatório.
No entanto, as realizações até o momento, decorridos quatro anos, foram
emergenciais/parciais eo principal - a reforma da escola e o preenchimento completo
do quadro de professores e funcionários -
aguarda a sensibilidade e a boa vontade do governador Jackson Barreto e do
professor Jorge Carvalho, secretário da
educação.
Isso
tem trazido como consequência, a necessidade de estar fazendo os mesmos
serviços após algum tempo, porque trata-se de ações paliativas ou incompletas e
que colaboram para a não superação do quadro de precariedade e insegurança.
No
campo do preenchimento de cargos é preciso encerrar o passivo, o que esteve
mais distante.
É uma
situação similar a do paciente que está sempre se tratando no serviço médicode
emergência, sem lançar mão da necessidade de realizar a consulta e tratamento
com especialistas.
Entre
outras palavras, a doença crônica permanece e avança sobre outras áreas ou
dimensões. No caso da escola, com reflexos na disciplina e situações latentes e
reais de violência.
A
organização sistematizada dos compromissos abaixo, foi possível graças a uma relatório
e umaata, elaborados respectivamente pelos professores Lélia Maria da Silva Siqueira e José de
Oliveira Santos “Zezito de Oliveira”. O primeiro
de19 de julho de 2013 e a segunda de 08
de agosto de 2013.
Compromissos cumpridos:
Inicio de uma obra de
pequena monta, o quequer dizer,serviço de obra emergencial que faz reparos,
consertos e pequenas construções ligadas ao
telhado, eletricidade, pintura, muro e partehidráulica.
Retirada total das mesas e bancos de alvenaria do
refeitório, substituindo por mesas e cadeiras de plástico, permitindo a
utilização do espaço do refeitório para aulas,atividades culturais e eventos sociais.
Contratação de uma
empresa terceirizada de segurança.
Contratação de uma
empresa para instalar o serviço de monitoramento interno por meio de câmaras
eletrônicas. Compromisso cumprido no segundo semestre de 2016.
Compromissos cumpridos de forma
parcial:
Lotaçãode
mais professores, técnicos especialistas
e funcionários para osserviços de
apoio. Esta demanda foi cumprida, porém de forma incompleta.
Construção
de um muro gradeado na frente da escola. Realizado de forma parcial, porque a
demanda apresentada foi na extensão do muro de toda a escola.
Compromissos não cumpridos:
A presença do programa
Cidadania nas Escola. A equipe esteve na escola somente uma vez.
Doação de uma parte do terreno excedente da escola
para a secretaria da segurança, prefeitura e etc. para contribuir com a
segurança, educação, assistência social ou cultura, através da construção de
equipamentos que possam servir a população. Houve sugestão para ser
construídoum parque infantil e/ou uma
brinquedoteca para as crianças menores, assim como um auditório para
apresentações artísticas, reuniões, festas de família e etc.. Para suprir a
falta que faz oauditório existente no
antigo CAIC, bastante requisitado pela comunidade.
Construçãode uma nova quadra de esporte. Tendo sido esta interditada e demolida
por medida de segurança.
E o principal: O serviço de
reforma estrutural da escola, conforme prometeu o Secretário Belivaldo Chagas
em 06/08/2013.Cf.http:// www.seed.se.gov.br/portaldoaluno/noticia.asp?cdnoticia=7583. “ Belivaldo
Chagas garantiu ainda ao grupo que, paralelamente à reforma emergencial, os
engenheiros da SEED estão preparando um projeto para reforma geral e ampliação
da escola. "Já investimos R$ 16 milhões em reforma e ampliação das escolas
de Socorro. Esse valor chegará a R$ 29 milhões com a construção de uma escola
de ensino médio com seis salas de aula. O prédio será construído no conjunto
Jardim, mesmo local em que está instalada a Escola Júlia Teles.”
Método utiliza análise sobre o nível de sobrevivência de um microcrustáceo
Um dos rios que embelezam Aracaju está sendo vítima da própria
cidade. A poluição do rio Poxim, que também é fonte de sustento de
famílias de pescadores, é bastante conhecida e já foi alvo de diversos
estudos. Agora, um experimento pioneiro desenvolvido no Laboratório de
Estudos Ecotoxicológicos da Universidade Federal de Sergipe (UFS)
confirmou os impactos degradantes sofridos pelo rio, através de um teste
que verifica a contaminação da água de acordo com o nível de
sobrevivência de um microcrustáceo.
Os misidáceos - como são conhecidos os indivíduos da espécie Mysidopsis juniae
- são pequenos crustáceos parecidos com o camarão. São organismos muito
sensíveis e sua utilização para esse tipo de experiência, em águas
salinas e salobras, é a única regulamentada pela Associação Brasileira
de Normas Técnicas (ABNT). Em Sergipe, o Laboratório de Estudos
Ecotoxicológicos é o primeiro a utilizar a espécie para testes em águas
salinas ou salobras, que são, respectivamente, as do mar e as dos
estuários - estes são a parte de um rio ou o conjunto de rios (bacia
hidrográfica) na desembocadura com o mar; todo o trecho do rio Poxim que
percorre Aracaju é de águas estuarinas.
O experimento com
misidáceos foi o primeiro realizado no estuário do rio Poxim e rendeu
aos pesquisadores uma premiação no X Encontro de Recursos Hídricos em
Sergipe (Enrehse), realizado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e
dos Recursos Hídricos (Semarh) no último mês de março. A pesquisa foi
desenvolvida pelos estudantes Anderson Alex Oliveira dos Santos e Meggie
Karoline Silva Nascimento e supervisionada pela professora do
Departamento de Ecologia Jeamylle Nilin. A professora é a responsável
pelo laboratório e orientou Anderson em seu trabalho de conclusão do
curso de Ecologia, inaugurando a pesquisa com misidáceos no rio Poxim,
com a colaboração de Meggie, também estudante do curso.
A pesquisa, segundo Jeamylle Nilin, reforça a necessidade de implementação de políticas públicas para o saneamento básicoSegundo
Jeamylle, desde o final de 2013 o laboratório dispõe de um cultivo de
misidáceos para suas análises. “As primeiras espécies foram adquiridas
de outro laboratório e, a partir de então, a população se mantém através
da reprodução”, explica. “Os misidáceos se alimentam de outro
microcrustáceo, a Artemia sp, também cultivado no laboratório”, detalha Jeamylle.
A
análise realizada pela equipe consiste em coletar água do rio em pontos
distintos. Essa amostra é então distribuída em três recipientes
(béqueres), nos quais, em cada um, são colocados 10 indivíduos dos
misidáceos, vivos, juvenis com idade de 1 a 7 dias. Os cientistas então
avaliam a qualidade da água de acordo com o índice de sobrevivência dos
misidáceos, comparando-o ao controle, que é outro recipiente contendo
outros 10 indivíduos, porém em água “limpa” - salgada artificialmente
(ver infográfico).
No estudo das águas do rio Poxim, foram
realizadas 6 coletas – em agosto, outubro e dezembro de 2014; e em
fevereiro, abril e julho de 2015 -, em três pontos da cidade de Aracaju:
na ponte Gilberto Vila Nova de Carvalho, bairro Inácio Barbosa; no píer
do Parque dos Cajueiros; e na ponte Godofredo Diniz, que liga os
bairros 13 de Julho e Coroa do Meio.
“Os
locais foram selecionados por abrangerem o estuário do rio Poxim, na
área habitacional de Aracaju”, esclarece Anderson Santos. “A escolha foi
também de acordo com o método de coleta, a partir de pontes ou píer,
porque coletar nas margens pode interferir nas amostras, por causa dos
sedimentos”, completa. Resultados
A
pesquisa de Jeamylle e seus alunos confirmou o que outros métodos já
indicavam: a baixa qualidade ambiental das águas do rio Poxim. As
pesquisas apontam para toxidade aguda nas amostras coletadas nos meses
de agosto/2014 e fevereiro/2015, na ponte do Inácio Barbosa e no Parque
dos Cajueiros. Já em dezembro/2014, a toxidade aguda foi verificada nas
amostras de todos os pontos coletados.
Os resultados mostram que a
contaminação das águas diminui no período chuvoso e aumenta no período
de estiagem. Jeamylle Nilin explica esse efeito. “Isso acontece porque o
Poxim recebe muito esgoto, sem tratamento”, alerta a professora. “O
esgoto, principalmente o doméstico, é um dos principais causadores da
baixa qualidade do rio”, analisa.
Anderson Santos alerta sobre o impacto que o ser humano pode causar no seu próprio ecossistemaIsso
mostra porque os resultados das amostras coletadas no bairro Inácio
Barbosa indicam maior contaminação: a região é a de maior densidade
habitacional nas margens do Poxim. Nesse trecho, as águas do rio já vêm
trazendo também a poluição recebida nos bairros Jabutiana e Santa Lúcia,
área em processo avançado de expansão imobiliária. Ironicamente, a
vegetação ciliar do Poxim vem dando lugar a condomínios com nomes
ligados à natureza: Flores, Verde, Bosque, Serras, Fontes.
Além da
poluição produzida pela urbanização em suas margens, os rios que cortam
Aracaju recebem ainda as águas contaminadas de mais de 70 canais que
fazem a macrodrenagem da cidade. Análises microbiológicas e
físico-químicas mostram que o Poxim apresenta índices de nitrogênio
amoniacal e amônia não ionizada acima do permitido pela resolução
357/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), nas amostras
das três coletas, em todos os meses - com exceção, apenas, dos meses de
outubro de 2014 e abril de 2015, na ponte do bairro 13 de Julho, já
próximo ao rio Sergipe e ao mar.
“Na verdade, os canais daqui são
riachos que foram modificados e transformados para fazer a
macrodrenagem”, alerta Jeamylle, “esse é o grande problema, porque o
humano ocupou muito a região costeira e transformou rios e riachos em
canais de esgoto”.
Meggie Nascimento: dados foram apresentados em evento que recebeu gestores públicosSegundo dados oficiais
do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico (SNIS) de
2014, apenas 36,5% dos domicílios de Aracaju tinham coleta e tratamento
de esgoto. “Então esse é um ponto muito importante, que reforça a
necessidade de implementação de políticas públicas para o saneamento
básico: ainda temos um grande caminho a percorrer”, destaca Jeamylle. A
professora ressalta as consequências da falta de cuidados com a
hidrografia de Aracaju. “O esgoto, uma vez que vai pro rio, vai para o
mar, e isso afeta tanto do ponto de vista ecológico, quanto turístico e
social”, assinala.
Nesse aspecto, a estudante Meggie Nascimento
salienta a relevância da premiação concedida à pesquisa pela Secretaria
de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos. “Além da satisfação
pela conquista, foi importante porque apresentamos esses resultados em
um evento onde estavam presentes muitos gestores públicos”, analisa.
Imagem de satélite mostra esgoto de um canal sendo despejado no estuário dos rios Poxim-SergipePesquisa e premiação
O
Laboratório de Estudos Toxicológicos foi instalado em 2013 e ficou sob
responsabilidade da professora Jeamylle Nilin, que ingressara naquele
ano no Departamento de Ecologia da UFS. A partir daí, a doutora em
Ciências Marinhas Tropicais pela Universidade Federal do Ceará formou
equipes de estudantes para pesquisar a ecotoxicologia em águas salinas e
salobras. Anderson Santos e Meggie Nascimento faziam parte dessas
pesquisas e as utilizaram nos seus trabalhos de conclusão de curso.
Enquanto
Meggie focou seus estudos na linha voltada aos compostos químicos,
Anderson trabalhou com as amostras ambientais, área que envolve a
pesquisa com os misidáceos no rio Poxim. “No entanto”, detalha Meggie,
“o trabalho no laboratório é coletivo, dessa forma todos contribuem com
as pesquisas dos colegas”. A estudante apresentou os resultados no
Enrehse porque, quando este foi realizado, Anderson já havia concluído a
graduação, enquanto Meggie estava cursando o mestrado em Ecologia. “E
também porque, como colaborei na pesquisa, conhecia os dados e os
resultados”, destaca.
“O prêmio serviu também para dar
visibilidade ao curso de Ecologia, que é relativamente novo”, acrescenta
Anderson (o curso foi criado em 2010). “Demonstra também a preocupação
em dar um retorno à sociedade, mostrando o impacto que o ser humano pode
causar no seu próprio ecossistema: o Poxim, um rio urbano completamente
poluído, sem saneamento”, pontua.
Jeamylle explica que a relação
entre a população e o meio ambiente tem mudado com o tempo. “Por muito
tempo se percebia que o pensamento que prevalecia era o de ‘poluir,
porque a natureza vai diluir’”, resume. “Nas últimas décadas,
entretanto, consideramos um novo paradigma, o do ‘bumerangue’, ou seja, a
compreensão de que tudo o que fazemos contra o meio ambiente acaba
voltando contra nós”, ilustra a docente.
Apesar de essa nova
perspectiva estar mais difundida, Jeamylle analisa que a situação ainda
se encontra distante do ideal. “As interferências no meio ambiente e
seus impactos são enormes, enquanto eliminá-las completamente é muito
difícil de acontecer”, reflete. A pesquisadora esclarece que o meio
ambiente tem uma capacidade regenerativa, ou seja, até se recuperaria se
a poluição cessasse. Como essa possibilidade é remota, o ideal é que
haja uma convivência sustentável entre a cidade e o ambiente.
“Precisamos auxiliar o rio a melhorar, a se regenerar, através de
técnicas de limpeza, tratamento da água. E, claro, quanto menos
interferência, melhor”, conclui. Marcilio Costa comunica@ufs.br
Estudantes ocuparam pacificamente mais de duzentas escolas no Estado de São Paulo
Tudo começou com o anúncio de uma reforma no ensino da rede pública
estadual. Uma reorganização, para usar o termo do governador Geraldo
Alckmin, que prevê o fechamento de 94 escolas, a transferência de 311
mil alunos para outras unidades e a formação de ciclo único em outras
754.
Alunos são contra o fechamento de 94 escolasO Caminhos da Reportagem
“Anjos Rebeldes” mostra que entre a teoria da reforma – melhorar o
desempenho dos alunos da mesma faixa etária e otimizar os prédios com
ociosidade – e a prática para pais, alunos e professores, existe um
abismo.
As famílias alegam problemas de deslocamento e a impossibilidade mais
evasões da escola. Especialistas discordam das medidas por acharem que a
separação por ciclos limita o aprendizado e a convivência entre
estudantes.
O maior protesto foi dos alunos que ocuparam cerca de 200 escolas
e mostraram que são capazes de uma mobilização, esta sim, organizada.
Programa revela a truculência da polícia militar
Durante quase um mês, os estudantes contaram com o apoio de pais,
professores e voluntários. Os alunos da rede pública tiveram contato com
aulas de conteúdos que não estão na grade curricular de ensino:
racismo, sistema carcerário, igualdade de gênero, além de shows, teatro e
saraus de poesia.
“Anjos Rebeldes” acompanha também a violência da polícia militar
contra estudantes e professores que protestaram dentro e fora das
escolas. Tiro, porrada e bomba contra aqueles que questionam o atual
sistema de ensino.
Ficha técnica
Roteiro e direção: Bianca Vasconcellos
Reportagem: Eduardo Goulart
Produção: Aline Beckstein, Eduardo Goulart, Luana Ibelli e Thaís Rosa
Estagiário de produção: Allan Correia
Imagens: Milene Nunes
Auxílio técnico: Edgar Monteiro
Edição de imagens e finalização: Jéssica Saccól e Rodger Kenzo
Colorista: Vanessa Nascimento
As performances e a qualidade do
trabalho artístico-cultural, apresentado pelos alunos do Edélzio na tarde de
hoje, 19 de Novembro de 2015, pode e deve comprometer ainda mais professores e
equipe diretiva para buscar reverter ou evitar aquilo que disse o então
Ministro da Cultura Gilberto Gil, que afirmou em discurso na câmara dos
deputados no ano de 2004: “(...)Há muitas iniciativas culturais que nascem, e
na maior parte das vezes morrem, nas periferias e no interior do nosso país,
sem que o Brasil possa se dar conta de quanto talento é capaz o seu povo..”
Para colaborar com a mudança
dessa situação, Gilberto Gil e sua equipe, utilizaram algumas estratégias
visando amenizar ou reverter o quadro por ele descrito, em uma delas fui
incluído, os seminários e oficinas de capacitação de agentes culturais, nos
quais tomei parte em alguns, inclusive nos dias em que precisei me afastar da
escola durante este ano, para ir até Salvador e Brasilia.
Diante disso, acredito que
podemos também colaborar com aquilo que disse hoje, realizar uma programação
cultural permanente focada em três eixos - Inovação, Criatividade e
Empreendedorismo - visando destacar os alunos do Edélzio e a cidade de Santa
Rosa de Lima de forma positiva, sem esperar que o destaque aconteça na imprensa
em função de dificuldades, tragédias ou escândalos .
Como linkar música e consciência
negra foi uma estratégia inovadora de sucesso, alicerçada ou sustentada na
criatividade de muitos alunos e na disposição do professor Almir e equipe
diretiva em garantir o êxito do trabalho realizado, fica a dica para que
continuemos aprofundando os conhecimentos sobre o cancioneiro que trata da
temática da consciência negra e outras temáticas históricas, sociais, culturais
e ambientais.
Quanto ao questionário, acredito
que o assunto ficou mais claro quando expliquei presencialmente, no sentido de
que ele servirá como base para a elaboração do projeto 2016, que esperamos
aconteça durante meses, incluído no processo ensino-aprendizagem e com
programação final durante uma semana. Com seminários, apresentações artísticas,
visita ao museu afro de Laranjeiras, mostra de filmes étnico-raciais. Cada
programação em dias diferentes, em alguns casos, até sábado e turnos contrários
e/ou com pouco tempo de duração no turno normal, para não atrapalhar a rotina
escolar.
O questionário pode ser
preenchido e entregue na secretaria da escola, o mais rápido possível, ou pode
ser envidado via internet.
No link abaixo, pode ser
conferido muitas músicas interessantes para quem quiser ir mais fundo nessa
viagem.
1 – Qual(is) a(s) tese (s) principal (is) da acusação?
a)Qual(is) a(s) base (s) argumentativa da acusação com a relação a (s) teses. Bases histórica,
sociológica, jurídica, filosófica e etc..
2 – Qual (is) a (s)
tese (s) principal (is) da defesa?
a)Qual(is)
a(s) base (s) argumentativa da defesa com a relação a (s) teses. Bases histórica,
sociológica, jurídica, filosófica e etc..
3 – Escolha uma
testemunha de acusação e outra de defesa e faça um resumo do seu depoimento e
pesquise sobre o tema ou problema abordado por cada um (uma) para enriquecer o
depoimento prestado.
4 – Com quais conjuntos
de argumentos você concorda mais? Com os argumentos da acusação ou da defesa? Justifique sua resposta com base em
informações fornecidas pelo livro ou por outras fontes.
5 – Descreva a sua
opinião acerca dos advogados de acusação e defesa quanto a argumentações,
postura ética, fundamentação teórica e desenvoltura oral.
Escolha um de cada grupo e dê a
sua opinião, justificando com base nas
três questões apontadas acima.
6 – Qual a sua opinião sobre a
dinâmica do júri simulado e o que pode ser feito para melhorá-la.
7 – O que você aprendeu com o júri
simulado, a respeito do tema escolhido para o julgamento.