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quinta-feira, 8 de junho de 2017

ESCOLA ESTADUAL JÚLIA TELES. PORQUE TANTO ABANDONO E DESCASO?




No mês de agosto de 2013,  a Escola Júlia Teles foi incendiada, essa ação representou a culminância de uma sequência de furtos,  resultado da ausência de pessoal na área da segurança patrimonial, assim como o abandono a que a escola é vitima desde mais de uma década. 

Entretanto,   já que não tem um mal que não traga um bem, conforme  afirma o ditado popular,  o incêndio possibilitou pela primeira vez em muito tempo,  a  presença de representantes  da secretaria da educação na escola, para ouvir as necessidades e os anseios da comunidade, após a  ida de uma  comissão  formada por um grupo de 15 pessoas  ao gabinete do secretário. 

Essa comissão foi composta com representação de professores, alunos e pais, os quais contaram  com o apoio logístico do mandato da Dep. Ana Lúcia.

Nestas reuniões, foram assumidos alguns compromissos que foram registrados em ata e relatório. No entanto, as realizações até o momento, decorridos quatro anos, foram emergenciais/parciais e  o principal -  a reforma da escola e o preenchimento completo  do quadro de professores e funcionários - aguarda a sensibilidade e a boa vontade do governador Jackson Barreto e do professor  Jorge Carvalho, secretário da educação.

Isso tem trazido como consequência, a necessidade de estar fazendo os mesmos serviços após algum tempo, porque trata-se de ações paliativas ou incompletas e que colaboram para a não superação do quadro de precariedade e insegurança.  

No campo do preenchimento de cargos é preciso encerrar o passivo, o que esteve mais distante.

É uma situação similar a do paciente que está sempre se tratando no serviço médico   de emergência, sem lançar mão da necessidade de realizar a consulta e tratamento com especialistas.  

Entre outras palavras, a doença crônica permanece e avança sobre outras áreas ou dimensões. No caso da escola, com reflexos na disciplina e situações latentes e reais de violência.

A organização sistematizada dos compromissos abaixo, foi possível graças a uma relatório e  uma  ata, elaborados respectivamente pelos professores Lélia Maria da Silva Siqueira e José de Oliveira Santos “Zezito de Oliveira”.  O primeiro de  19 de julho de 2013 e a segunda de 08 de agosto de 2013. 

Compromissos cumpridos:
Inicio de uma obra de pequena monta, o que  quer dizer,  serviço de obra emergencial que faz reparos, consertos e pequenas construções  ligadas ao telhado, eletricidade, pintura, muro e parte  hidráulica. 

Retirada total das mesas e bancos de alvenaria do refeitório, substituindo por mesas e cadeiras de plástico, permitindo a utilização do espaço do refeitório para aulas,  atividades culturais e eventos sociais.

Contratação de uma empresa terceirizada de segurança.

Contratação de uma empresa para instalar o serviço de monitoramento interno por meio de câmaras eletrônicas. Compromisso cumprido no segundo semestre de 2016.

Compromissos cumpridos de forma parcial: 

Lotação  de mais professores,  técnicos especialistas e funcionários para os  serviços de apoio. Esta demanda foi cumprida, porém de forma incompleta.

 Construção de um muro gradeado na frente da escola. Realizado de forma parcial, porque a demanda apresentada foi na extensão do muro de toda a escola.

Compromissos não cumpridos:
 
A presença do programa Cidadania nas Escola. A equipe esteve na escola somente uma vez.

Doação de uma parte do terreno excedente da escola para a secretaria da segurança, prefeitura e etc. para contribuir com a segurança, educação, assistência social ou cultura, através da construção de equipamentos que possam servir a população. Houve sugestão para ser construído   um parque infantil e/ou uma brinquedoteca para as crianças menores, assim como um auditório para apresentações artísticas, reuniões, festas de família e etc.. Para suprir a falta que faz o  auditório existente no antigo CAIC, bastante requisitado pela comunidade. 

Construção  de uma nova quadra de esporte. Tendo sido esta interditada e demolida por medida de segurança. 

E o principal: O serviço de reforma estrutural da escola, conforme prometeu o Secretário Belivaldo Chagas em 06/08/2013. Cf.       http:// www.seed.se.gov.br/portaldoaluno/noticia.asp?cdnoticia=7583. “ Belivaldo Chagas garantiu ainda ao grupo que, paralelamente à reforma emergencial, os engenheiros da SEED estão preparando um projeto para reforma geral e ampliação da escola. "Já investimos R$ 16 milhões em reforma e ampliação das escolas de Socorro. Esse valor chegará a R$ 29 milhões com a construção de uma escola de ensino médio com seis salas de aula. O prédio será construído no conjunto Jardim, mesmo local em que está instalada a Escola Júlia Teles.”




terça-feira, 16 de maio de 2017

Estudo pioneiro confirma grave poluição no rio Poxim


Método utiliza análise sobre o nível de sobrevivência de um microcrustáceo 
Um dos rios que embelezam Aracaju está sendo vítima da própria cidade. A poluição do rio Poxim, que também é fonte de sustento de famílias de pescadores, é bastante conhecida e já foi alvo de diversos estudos. Agora, um experimento pioneiro desenvolvido no Laboratório de Estudos Ecotoxicológicos da Universidade Federal de Sergipe (UFS) confirmou os impactos degradantes sofridos pelo rio, através de um teste que verifica a contaminação da água de acordo com o nível de sobrevivência de um microcrustáceo.
Os misidáceos - como são conhecidos os indivíduos da espécie Mysidopsis juniae - são pequenos crustáceos parecidos com o camarão. São organismos muito sensíveis e sua utilização para esse tipo de experiência, em águas salinas e salobras, é a única regulamentada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Em Sergipe, o Laboratório de Estudos Ecotoxicológicos é o primeiro a utilizar a espécie para testes em águas salinas ou salobras, que são, respectivamente, as do mar e as dos estuários - estes são a parte de um rio ou o conjunto de rios (bacia hidrográfica) na desembocadura com o mar; todo o trecho do rio Poxim que percorre Aracaju é de águas estuarinas.
O experimento com misidáceos foi o primeiro realizado no estuário do rio Poxim e rendeu aos pesquisadores uma premiação no X Encontro de Recursos Hídricos em Sergipe (Enrehse), realizado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) no último mês de março. A pesquisa foi desenvolvida pelos estudantes Anderson Alex Oliveira dos Santos e Meggie Karoline Silva Nascimento e supervisionada pela professora do Departamento de Ecologia Jeamylle Nilin. A professora é a responsável pelo laboratório e orientou Anderson em seu trabalho de conclusão do curso de Ecologia, inaugurando a pesquisa com misidáceos no rio Poxim, com a colaboração de Meggie, também estudante do curso.


A pesquisa, segundo Jeamylle Nilin, reforça a necessidade de implementação de políticas públicas para o saneamento básico
A pesquisa, segundo Jeamylle Nilin, reforça a necessidade de implementação de políticas públicas para o saneamento básico
Segundo Jeamylle, desde o final de 2013 o laboratório dispõe de um cultivo de misidáceos para suas análises. “As primeiras espécies foram adquiridas de outro laboratório e, a partir de então, a população se mantém através da reprodução”, explica. “Os misidáceos se alimentam de outro microcrustáceo, a Artemia sp, também cultivado no laboratório”, detalha Jeamylle.
A análise realizada pela equipe consiste em coletar água do rio em pontos distintos. Essa amostra é então distribuída em três recipientes (béqueres), nos quais, em cada um, são colocados 10 indivíduos dos misidáceos, vivos, juvenis com idade de 1 a 7 dias. Os cientistas então avaliam a qualidade da água de acordo com o índice de sobrevivência dos misidáceos, comparando-o ao controle, que é outro recipiente contendo outros 10 indivíduos, porém em água “limpa” - salgada artificialmente (ver infográfico).
No estudo das águas do rio Poxim, foram realizadas 6 coletas – em agosto, outubro e dezembro de 2014; e em fevereiro, abril e julho de 2015 -, em três pontos da cidade de Aracaju: na ponte Gilberto Vila Nova de Carvalho, bairro Inácio Barbosa; no píer do Parque dos Cajueiros; e na ponte Godofredo Diniz, que liga os bairros 13 de Julho e Coroa do Meio.


Infogr fico
“Os locais foram selecionados por abrangerem o estuário do rio Poxim, na área habitacional de Aracaju”, esclarece Anderson Santos. “A escolha foi também de acordo com o método de coleta, a partir de pontes ou píer, porque coletar nas margens pode interferir nas amostras, por causa dos sedimentos”, completa.
Resultados
A pesquisa de Jeamylle e seus alunos confirmou o que outros métodos já indicavam: a baixa qualidade ambiental das águas do rio Poxim. As pesquisas apontam para toxidade aguda nas amostras coletadas nos meses de agosto/2014 e fevereiro/2015, na ponte do Inácio Barbosa e no Parque dos Cajueiros. Já em dezembro/2014, a toxidade aguda foi verificada nas amostras de todos os pontos coletados.
Os resultados mostram que a contaminação das águas diminui no período chuvoso e aumenta no período de estiagem. Jeamylle Nilin explica esse efeito. “Isso acontece porque o Poxim recebe muito esgoto, sem tratamento”, alerta a professora. “O esgoto, principalmente o doméstico, é um dos principais causadores da baixa qualidade do rio”, analisa.


Anderson Santos alerta sobre o impacto que o ser humano pode causar no seu próprio ecossistema
Anderson Santos alerta sobre o impacto que o ser humano pode causar no seu próprio ecossistema
Isso mostra porque os resultados das amostras coletadas no bairro Inácio Barbosa indicam maior contaminação: a região é a de maior densidade habitacional nas margens do Poxim. Nesse trecho, as águas do rio já vêm trazendo também a poluição recebida nos bairros Jabutiana e Santa Lúcia, área em processo avançado de expansão imobiliária. Ironicamente, a vegetação ciliar do Poxim vem dando lugar a condomínios com nomes ligados à natureza: Flores, Verde, Bosque, Serras, Fontes.
Além da poluição produzida pela urbanização em suas margens, os rios que cortam Aracaju recebem ainda as águas contaminadas de mais de 70 canais que fazem a macrodrenagem da cidade. Análises microbiológicas e físico-químicas mostram que o Poxim apresenta índices de nitrogênio amoniacal e amônia não ionizada acima do permitido pela resolução 357/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), nas amostras das três coletas, em todos os meses - com exceção, apenas, dos meses de outubro de 2014 e abril de 2015, na ponte do bairro 13 de Julho, já próximo ao rio Sergipe e ao mar.
“Na verdade, os canais daqui são riachos que foram modificados e transformados para fazer a macrodrenagem”, alerta Jeamylle, “esse é o grande problema, porque o humano ocupou muito a região costeira e transformou rios e riachos em canais de esgoto”.


Meggie Nascimento: dados foram apresentados em evento que recebeu gestores públicos
Meggie Nascimento: dados foram apresentados em evento que recebeu gestores públicos
Segundo dados oficiais do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico (SNIS) de 2014, apenas 36,5% dos domicílios de Aracaju tinham coleta e tratamento de esgoto. “Então esse é um ponto muito importante, que reforça a necessidade de implementação de políticas públicas para o saneamento básico: ainda temos um grande caminho a percorrer”, destaca Jeamylle. A professora ressalta as consequências da falta de cuidados com a hidrografia de Aracaju. “O esgoto, uma vez que vai pro rio, vai para o mar, e isso afeta tanto do ponto de vista ecológico, quanto turístico e social”, assinala.
Nesse aspecto, a estudante Meggie Nascimento salienta a relevância da premiação concedida à pesquisa pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos. “Além da satisfação pela conquista, foi importante porque apresentamos esses resultados em um evento onde estavam presentes muitos gestores públicos”, analisa.


Imagem de satélite mostra esgoto de um canal sendo despejado no estuário dos rios Poxim-Sergipe
Imagem de satélite mostra esgoto de um canal sendo despejado no estuário dos rios Poxim-Sergipe
Pesquisa e premiação
O Laboratório de Estudos Toxicológicos foi instalado em 2013 e ficou sob responsabilidade da professora Jeamylle Nilin, que ingressara naquele ano no Departamento de Ecologia da UFS. A partir daí, a doutora em Ciências Marinhas Tropicais pela Universidade Federal do Ceará formou equipes de estudantes para pesquisar a ecotoxicologia em águas salinas e salobras. Anderson Santos e Meggie Nascimento faziam parte dessas pesquisas e as utilizaram nos seus trabalhos de conclusão de curso.
Enquanto Meggie focou seus estudos na linha voltada aos compostos químicos, Anderson trabalhou com as amostras ambientais, área que envolve a pesquisa com os misidáceos no rio Poxim. “No entanto”, detalha Meggie, “o trabalho no laboratório é coletivo, dessa forma todos contribuem com as pesquisas dos colegas”. A estudante apresentou os resultados no Enrehse porque, quando este foi realizado, Anderson já havia concluído a graduação, enquanto Meggie estava cursando o mestrado em Ecologia. “E também porque, como colaborei na pesquisa, conhecia os dados e os resultados”, destaca.
“O prêmio serviu também para dar visibilidade ao curso de Ecologia, que é relativamente novo”, acrescenta Anderson (o curso foi criado em 2010). “Demonstra também a preocupação em dar um retorno à sociedade, mostrando o impacto que o ser humano pode causar no seu próprio ecossistema: o Poxim, um rio urbano completamente poluído, sem saneamento”, pontua.
Jeamylle explica que a relação entre a população e o meio ambiente tem mudado com o tempo. “Por muito tempo se percebia que o pensamento que prevalecia era o de ‘poluir, porque a natureza vai diluir’”, resume. “Nas últimas décadas, entretanto, consideramos um novo paradigma, o do ‘bumerangue’, ou seja, a compreensão de que tudo o que fazemos contra o meio ambiente acaba voltando contra nós”, ilustra a docente.
Apesar de essa nova perspectiva estar mais difundida, Jeamylle analisa que a situação ainda se encontra distante do ideal. “As interferências no meio ambiente e seus impactos são enormes, enquanto eliminá-las completamente é muito difícil de acontecer”, reflete. A pesquisadora esclarece que o meio ambiente tem uma capacidade regenerativa, ou seja, até se recuperaria se a poluição cessasse. Como essa possibilidade é remota, o ideal é que haja uma convivência sustentável entre a cidade e o ambiente. “Precisamos auxiliar o rio a melhorar, a se regenerar, através de técnicas de limpeza, tratamento da água. E, claro, quanto menos interferência, melhor”, conclui.
Marcilio Costa
comunica@ufs.br

Atualizado em: Seg, 15 de maio de 2017, 18:31

sábado, 12 de dezembro de 2015

Anjos Rebeldes - O ano em que os estudantes da rede pública de São Paulo entraram para a história



Estudantes ocuparam pacificamente mais de duzentas escolas no Estado de São PauloEstudantes ocuparam pacificamente mais de duzentas escolas no Estado de São Paulo  

















Tudo começou com o anúncio de uma reforma no ensino da rede pública estadual. Uma reorganização, para usar o termo do governador Geraldo Alckmin, que prevê o fechamento de 94 escolas, a transferência de 311 mil alunos para outras unidades e a formação de ciclo único em outras 754.
Alunos são contra o fechamento de 94 escolasAlunos são contra o fechamento de 94 escolasO Caminhos da Reportagem “Anjos Rebeldes” mostra que entre a teoria da reforma –  melhorar o desempenho dos alunos da mesma faixa etária e otimizar os prédios com ociosidade – e a prática para pais, alunos e professores, existe um abismo.
As famílias alegam problemas de deslocamento e a impossibilidade mais evasões da escola. Especialistas discordam das medidas por acharem que a separação por ciclos limita o aprendizado e a convivência entre estudantes.
O maior protesto foi dos alunos que ocuparam cerca de 200 escolas e mostraram que são capazes de uma mobilização, esta sim, organizada.
Programa revela a truculência da polícia militarPrograma revela a truculência da polícia militar
Durante quase um mês, os estudantes contaram com o apoio de pais, professores e voluntários. Os alunos da rede pública tiveram contato com aulas de conteúdos que não estão na grade curricular de ensino: racismo, sistema carcerário, igualdade de gênero, além de shows, teatro e saraus de poesia.
“Anjos Rebeldes” acompanha também a violência da polícia militar contra estudantes e professores que protestaram dentro e fora das escolas. Tiro, porrada e bomba contra aqueles que questionam o atual sistema de ensino. 

Ficha técnica
Roteiro e direção: Bianca Vasconcellos
Reportagem: Eduardo Goulart
Produção: Aline Beckstein, Eduardo Goulart, Luana Ibelli e Thaís Rosa
Estagiário de produção: Allan Correia
Imagens: Milene Nunes
Auxílio técnico: Edgar Monteiro
Edição de imagens e finalização: Jéssica Saccól e Rodger Kenzo
Colorista: Vanessa Nascimento



sábado, 21 de novembro de 2015

Primeiras observações sobre o projeto “Música e Consciência Negra” realizado em 19 de novembro de 2015, no Colégio Edélzio Vieira de Melo.



Geral
As performances e a qualidade do trabalho artístico-cultural, apresentado pelos alunos do Edélzio na tarde de hoje, 19 de Novembro de 2015, pode e deve comprometer ainda mais professores e equipe diretiva para buscar reverter ou evitar aquilo que disse o então Ministro da Cultura Gilberto Gil, que afirmou em discurso na câmara dos deputados no ano de 2004: “(...)Há muitas iniciativas culturais que nascem, e na maior parte das vezes morrem, nas periferias e no interior do nosso país, sem que o Brasil possa se dar conta de quanto talento é capaz o seu povo..”
Para colaborar com a mudança dessa situação, Gilberto Gil e sua equipe, utilizaram algumas estratégias visando amenizar ou reverter o quadro por ele descrito, em uma delas fui incluído, os seminários e oficinas de capacitação de agentes culturais, nos quais tomei parte em alguns, inclusive nos dias em que precisei me afastar da escola durante este ano, para ir até Salvador e Brasilia.
Diante disso, acredito que podemos também colaborar com aquilo que disse hoje, realizar uma programação cultural permanente focada em três eixos - Inovação, Criatividade e Empreendedorismo - visando destacar os alunos do Edélzio e a cidade de Santa Rosa de Lima de forma positiva, sem esperar que o destaque aconteça na imprensa em função de dificuldades, tragédias ou escândalos .
Como linkar música e consciência negra foi uma estratégia inovadora de sucesso, alicerçada ou sustentada na criatividade de muitos alunos e na disposição do professor Almir e equipe diretiva em garantir o êxito do trabalho realizado, fica a dica para que continuemos aprofundando os conhecimentos sobre o cancioneiro que trata da temática da consciência negra e outras temáticas históricas, sociais, culturais e ambientais.
Quanto ao questionário, acredito que o assunto ficou mais claro quando expliquei presencialmente, no sentido de que ele servirá como base para a elaboração do projeto 2016, que esperamos aconteça durante meses, incluído no processo ensino-aprendizagem e com programação final durante uma semana. Com seminários, apresentações artísticas, visita ao museu afro de Laranjeiras, mostra de filmes étnico-raciais. Cada programação em dias diferentes, em alguns casos, até sábado e turnos contrários e/ou com pouco tempo de duração no turno normal, para não atrapalhar a rotina escolar.
O questionário pode ser preenchido e entregue na secretaria da escola, o mais rápido possível, ou pode ser envidado via internet.
No link abaixo, pode ser conferido muitas músicas interessantes para quem quiser ir mais fundo nessa viagem.
http://acaoculturalse.blogspot.com.br/2015/11/musica-e-consciencia-negra-para-deleite.html

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

ROTEIRO PARA OS JURADOS – JURI SIMULADO




1 – Qual(is)  a(s)  tese (s)  principal (is) da acusação?
a)       Qual(is)  a(s)  base (s) argumentativa da acusação  com a relação a (s) teses. Bases histórica, sociológica, jurídica, filosófica e etc..
2 – Qual (is) a (s) tese (s) principal (is) da defesa?
a)       Qual(is)  a(s)  base (s) argumentativa da defesa  com a relação a (s) teses. Bases histórica, sociológica, jurídica, filosófica e etc..
3 – Escolha uma testemunha de acusação e outra de defesa e faça um resumo do seu depoimento e pesquise sobre o tema ou problema abordado por cada um (uma) para enriquecer o depoimento prestado.
4 – Com quais conjuntos de argumentos você concorda mais? Com os argumentos da acusação ou da defesa?  Justifique sua resposta com base em informações fornecidas pelo livro ou por outras fontes.
5 – Descreva a sua opinião acerca dos advogados de acusação e defesa quanto a argumentações, postura ética, fundamentação teórica e desenvoltura oral.
Escolha um de cada grupo e dê a sua opinião,  justificando com base nas três questões apontadas acima.
6 – Qual a sua opinião sobre a dinâmica do júri simulado e o que pode ser feito para melhorá-la.
7 – O que você aprendeu com o júri simulado, a respeito do tema escolhido para o julgamento.

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