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terça-feira, 31 de janeiro de 2012
domingo, 18 de dezembro de 2011
O Natal de antigamente: velho e sempre novo
15/12/2011
Venho de lá de trás, do final dos anos 30 do século passado, num tempo em que Papai Noel ainda não havia chegado de trenó. Nas nossas colônias italianas, alemães e polonesas, desbravadoras da região de Concórdia-SC, conhecida por ser a sede da Sadia e da Seara com seus excelentes produtos de carne, só se conhecia o Menino Jesus. Eram tempos de fé ingênua e profunda que informava todos os detalhes da vida. Para nós crianças, o Natal era culminância do ano, preparado e ansiado. Finalmente vinha o Menino Jesus com sua mulinha (musseta em italino) para nos trazer presentes.
A região era de pinheirais a perder de vista e era fácil encontrar um belo pinheirinho. Este era enfeitado com os materiais rudimentares daquela região ainda em construção. Utilizavam-se papel colorido, celofã e pinturas que nós mesmos fazíamos na escola. A mãe fazia pão de mel com distintas figuras, humanas e de bichinhos, que eram dependuradas nos galhos do pinheirinho. No topo havia sempre uma estrela grande revestida de papéis vermelhos.
Em baixo, ao redor do pinheirinho, montávamos o presépio, feito de recortes de papel que vinham numa revista que meu pai, mestre-escola, assinava. Ai estava o Bom José, Maria, toda devota, os reis magos, os pastores, as ovelhinhas, o boi e o asno, alguns cachorros, os Anjos cantores que dependurávamos nos galhos de baixo. E naturalmente, no centro, o Menino Jesus, que, vendo-o quase nu, imaginávamos, tiritando de frio, e nos enchíamos de compaixão.
Vivíamos o tempo glorioso do mito. O mito traduz melhor a verdade que a pura e simples descrição histórica. Como falar de um Deus que se fez criança, do mistério do ser humano, de sua salvação, do bem e do mal senão contando histórias, projetando mitos que nos revelam o sentido profundo do tais fatos? Os relatos do nascimento de Jesus contidos nos evangelhos, contem elementos históricos, mas para enfatizar seu significado religioso, vem revestidos de linguagem mitológica e simbólica. Para nós crianças tudo isso eram verdades que assumíamos com entusiasmo.
Mesmo antes de se introduzir o décimo terceiro salário, os professores ganhavam um provento extra de Natal. Meu pai gastava todo este dinheiro para comprar presentes aos 11 filhos. E eram presentes que vinham de longe e todos instrutivos: baralho com os nomes dos principais músicos, dos pintores célebres cujos nomes custávamos de pronunciar e riamos de suas barbas ou de seu nariz ou de qualquer outra singularidade. Um presente fez fortuna: uma caixa com materiais para construir uma casa ou um castelo. Nós, os mais velhos, começamos a participar da modernidade: ganhávamos um gipe ou um carrinho que se moviam dando corda, ou um roda que girando lançava faíscas e outros semelhantes.
Para não haver brigas de baixo de cada presente,depndurado nos galhos, vinha o nome do filho e da filha. E depois, começavam as negociações e as trocas. A prova infalível de que o Menino Jesus de fato passou lá em casa era o desaparecimento dos feixes de grama fresca. Corríamos para verificá-lo. E de fato, a musetta havia comido tudo.
Hoje vivemos os tempos da razão e da desmitologização. Mas isso vale somente para nós adultos. As crianças, mesmo com o Papa Noel e menos com o Menino Jesus, vivem o mundo encantando do sonho. O bom velhinho traz presentes e dá bons conselhos. Como tenho barba branca, não há criança que passe por mim que não me chame de Papai Noel. Explico-lhes que sou apenas o irmão do Papai Noel que vem para observar se as crianças fazem tudo direitinho. Depois conto tudo ao Papai Noel para ganharem um bom presente. Mesmo assim muitos duvidam. Se aproximam, apalpam minha barba e dizem: de fato o Sr. é o Papa Noel mesmo. Sou uma pessoa como qualquer outra, mas o mito me faz ser Papai Noel de verdade.
Se nós adultos, filhos da crítica e desmitologização, não conseguimos mais nos encantar, permitamos que nossos filhos e filhas se encantem e gozem o reino mágico da fantasia. Sua existência será repleta se sentido e de alegria. O que queremos mais para o Natal senão esses dons preciosos que Jesus quis também trazer a este mundo?
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
José Figueiredo Barreto abre inscrições para processo seletivo dos alunos
A Secretaria de Estado da Educação (Seed) estará abrindo a partir do dia cinco de dezembro, as inscrições para o processo seletivo dos alunos do Centro Estadual de Educação Profissional José Figueiredo Barreto, para o ano letivo de 2012. Serão ofertadas 720 vagas, sendo que 240 vagas para o turno da manhã, 240 para a tarde e 240 para o turno da noite. As inscrições prosseguem até o dia 23 de dezembro.
O processo seletivo será feito através de uma prova, que será realizada no dia 15 de janeiro de 2012, às 9h, no Centro Estadual de Educação Profissional José Figueiredo Barreto e em outras unidades escolares da rede pública a serem definidas e divulgadas posteriormente. A prova abrangerá conteúdos de língua portuguesa, matemática e conhecimentos gerais.
Para participar da seleção, é necessário que o candidato tenha o Ensino Médio completo. No ato da inscrição é preciso levar o requerimento de inscrição preenchido, fotocópia da carteira de identidade e duas fotos 3 x 4.
As inscrições para o processo seletivo poderão ser realizadas no próprio José Figueiredo Barreto, de segunda a sexta-feira, no horário das 8 às 21h. Mais informações são obtidas através do telefone (079): 3179-4867.
Cursos
As vagas serão distribuídas em seis turmas do curso técnico de Redes de Computadores, seis turmas do curso técnico em Restaurante e Bar e seis turmas do curso técnico em Serviços de Condomínio, na modalidade subsequente (pós-médio).
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
NO DIA 20 DE NOVEMBRO PROGRAMA DE RÁDIO DISCUTE A CONSCIÊNCIA NEGRA
O programa será veiculado através das ondas da Rádio Aperipê 630 AM, no dia 20 de novembro (domingo), no horário das 12 ás 14 horas.
Quem quiser participar com perguntas e/ou comentários pode ligar para os números 3179-1324 ou 1325.jQuem mora em outro estado pode ouvir o pfrograma através do endereço:
http://www.aperipe.com.br
sábado, 12 de novembro de 2011
Sete perguntas fundamentais sobre aborto
Conversas sobre aborto são sempre polêmicas. Veja o que especialistas têm a dizer sobre sete pontos nevrálgicos dessa discussão
Danielle Nordi, iG São Paulo | 11/11/2011 08:26
Assim como a despenalização, liberação e descriminalização significam que a prática da interrupção voluntária da gravidez deixa de ser crime
Enquanto na Argentina a discussão sobre a despenalização do aborto continua cheia de altos e baixos, no estado do Mississipi, Estados Unidos, o referendo que pretendia estabelecer que um óvulo fertilizado teria os mesmos direitos de uma pessoa foi rejeitado nesta semana. A Emenda 26 criminalizaria o aborto e poderia até impossibilitar alguns métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte. Mas afinal, o que está em jogo nessas discussões? Três especialistas com posições diversas sobre o assunto discutem prós e contras.
Qual a diferença entre liberação, descriminalização e despenalização do aborto?
Maurício Pessoa, advogado e professor de Direito Civil da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), explica que, na prática, não há diferença algum. Hoje tanto a mulher que passa pelo aborto quanto o médico que o realiza estão cometendo um crime.
A descriminalização aumentaria o número de abortos praticados no Brasil?
De acordo com Maurício, é importante entender que até o momento as estatísticas de quantos abortos são feitos no país são apenas estimadas. “O que conhecemos de fato são os casos de abortos que acabam em complicações. Nesses casos, as mulheres procuram os hospitais e o estado consegue ter um controle sobre as incidências.” Com a descriminalização, em um primeiro momento, o número poderá até parecer alto, mas é preciso lembrar que isso ocorre justamente porque hoje a prática é clandestina e faltam dados concretos sobre ela. Maurício Pessoa adverte que será preciso acompanhar os dados estatísticos durante um bom tempo após a descriminalização antes de afirmar que houve aumento ou diminuição do número de abortos em função da descriminalização. É exatamente isso o que defende Rosângela Talib, integrante da ONG Católicas pelo Direito de Decidir: “em um primeiro momento há um acréscimo referente à demanda reprimida. Depois de um tempo, esse número tende a se estabilizar com uma significativa diminuição de casos.”
As mulheres passarão a usar o aborto como método contraceptivo?
A presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto, Lenise Garcia, acredita que isso pode acontecer. “Médicos de Portugal, por exemplo, já reportaram essa tendência em seu país e isso precisa ser uma preocupação quando se fala em despenalização do aborto.” Já Rosângela diz que as mulheres não usam aborto como contraceptivo porque querem. “Ao usar o serviço de saúde para realizar a interrupção da gravidez, as mulheres terão também acesso a atendimento médico e aconselhamento em relação ao planejamento familiar, o que vai permitir que elas façam melhores escolhas em relação aos métodos contraceptivos.”
Quais as consequências legais hoje para a mulher que faz um aborto?
“Ela responde criminalmente pelo ato com pena de detenção de um a três anos. Na prática, porém, são raras as condenações criminais”, afirma o advogado especialista em Direito Civil. “A criminalização do aborto não é um impeditivo eficiente para as mulheres. São os médicos que realizam os procedimentos de interrupção da gravidez os mais interessados na descriminalização.”
Quais foram as mudanças mais significativas que ocorreram nos países que despenalizaram o aborto?
“Observamos o uso indevido do aborto. Acontece uma banalização do procedimento”, defende Lenise Garcia, presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto. Além da banalização, ela afirma que estudos mostraram que os países que descriminalizaram o aborto apresentaram maior incidência de doenças psíquicas nas mulheres que passaram pelo procedimento. Já Rosângela Talib afirma: “os países que descriminalizaram o aborto, ganharam muito em matéria de saúde pública, diminuíram suas despesas relativas a leitos para complicações ginecológicas, diminuíram os índices de mortalidade materna, aumentaram os serviços de educação sexual, possibilitaram maior acesso da população ao uso de anticonceptivos.”
Qual o papel das religiões nesta discussão?
“Acho legítima a manifestação sob o aspecto religioso. Todos têm o direito de explicitar sua fé e isso enriquece o debate”, defende Maurício. Lenise Garcia também aponta a importância do debate religioso em torno do tema, mas ressalta que a discussão precisa ser mais ampla, englobando aspectos éticos, médicos e científicos. Na outra ponta da discussão, Rosângela afirma que a religião não deveria ter papel algum nesse debate, mas reconhece que isso não é tão simples. “Vivemos em um país laico. Estado e Igreja são independentes e separados no Brasil. Mas sabemos que na realidade não é assim.”
Qual a tendência no mundo hoje: descriminalizar ou continuar proibindo a prática?
Lenise, do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto, acredita que não só a tendência é continuar proibindo o aborto, como nos países onde ele foi liberado existe a possibilidade de rever essa posição depois de constatados os problemas que a liberação do aborto pode trazer. Rosângela não tem a mesma opinião. “Acreditamos que a tendência legal no mundo é a descriminalização do aborto. Os países que legalizaram o aborto estão obtendo bons resultados no que se refere à diminuição da prática”. Maurício resume: “Não há consenso. Sempre há uma forte oposição quando falamos em despenalização do aborto. O debate tem aumentado e já é possível ver um movimento mais forte para descriminalizar, mas além de moral essa também é uma discussão política. O governo que estiver no centro do debate pode determinar que ele venha à tona ou não.”
>> Veja neste mapa a situação do aborto em diversos países do mundo
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Aracaju recebe Mostra de Cinema e Direitos Humanos na América do Sul
A mostra é uma realização da Petrobras e Secretaria de Direitos Humanos da Presidencia da República e acontecerá pela segunda vez em Aracaju no Cinemark Jardins e no Auditório Pedro Braz, no IFS - Instituto Federal de Educação e Tecnologia de Sergipe.
Na sua sexta edição, a Mostra de Direitos Humanos estará presente em todos os Estados e no Distrito Federal, exibindo filmes de grande relevância para a cinematografia nacional ou latino-americana dos últimos tempos.
Direitos Humanos e Saúde Mental será o tema abordado com a exibição de Bicho de Sete Cabeças, de Laís Bodansky; a Cidadania LGBT está presente em Morango e Chocolate, de Tomás Gutiérrez; os Direitos dos Idosos são a chave para a reflexão a partir de Chuvas de Verão, de Carlos Diegues; e os Direitos da Infância dão o tom em Central do Brasil, de Walter Salles. Além desses destaques, teremos uma ampla variedade de títulos nas seções Contemporâneos e Retrospectiva Histórica.
Uma novidade é que nas salas de apresentações, haverá acessibilidade para portadores de deficiência. Para garantir o acesso de deficientes visuais e auditivos, as sessões serão transmitidas com recursos técnicos como audiodescrição eclosed caption (legenda oculta, sistema de transmissão por sinal de TV).
Mais informações através do site www.cinedireitoshumanos.org.br.
Confira a programação completa:
Cinemark Jardins
154 lugares
(79) 3217.5610
Av. Ministro Geraldo Barreto Sobral, 215 - Jardim
ENTRADA FRANCA
31/10 - SEGUNDA-FEIRA
21h00 - Sessão de Abertura
DOCE DE COCO - Allan Deberton (Brasil, 20 min, 2010, fic).
TEMPO DE CRIANÇA - Wagner Novais (Brasil, 12 min, 2010, fic).
MÁSCARA NEGRA - Rene Brasil (Brasil, 15 min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
01/11 - TERÇA-FEIRA
11h00
TEMPO DE CRIANÇA - Wagner Novais (Brasil, 12 min, 2010, fic).
ARQUITETOS DA NATUREZA - Cléa Lúcia (Peru/ Brasil, 25min, 2011, doc).
TAVA - PARAGUAI TERRA ADENTRO - Lucas Keese/ Lucía Martin/ Mariela Vilchez (Argentina/ Brasil/ Paraguai, 70 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
14h30
BALA PERDIDA - Maurício Durán Blacut (Bolívia, 52 min, 2010, doc).
NO FUTURO - Mauro Andrizzi (Argentina, 60min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 10 anos
02/11 - QUARTA-FEIRA
11h00
ORQUESTRA DO SOM CEGO - Lucas Gervilla (Brasil, 13 min, 2010, doc).
POLIAMOR - José Agripino (Brasil, 15 min, 2010, doc).
CAMPONESES DO ARAGUAIA - GUERRILHA VISTA POR DENTRO - Vandré Fernandes (Brasil, 73 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
14h30
ARAGUAYA - A CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO - Ronaldo Duque (Brasil, 105 min, 2005, fic).
Classificação indicativa: 12 anos
03/11- QUINTA-FEIRA
11h00 - Sessão de Audiodescrição
DOCE DE COCO - Allan Deberton (Brasil, 20 min, 2010, fic).
TEMPO DE CRIANÇA - Wagner Novais (Brasil, 12 min, 2010, fic).
MÁSCARA NEGRA - Rene Brasil (Brasil, 15 min, 2010, fic).
A GRANDE VIAGEM - Caroline Fioratti (Brasil, 15 min, 2011, fic).
GAROTO BARBA - Christopher Faust (Brasil, 14 min, 2010, fic).
O PLANTADOR DE QUIABOS - Coletivo Santa Madeira (Brasil, 15 min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
14h30
GAROTO BARBA - Christopher Faust (Brasil, 14 min, 2010, fic).
ASSUNTO DE FAMÍLIA - Caru Alves de Souza (Brasil, 13 min, 2011, fic).
COPA VIDIGAL - Luciano Vidigal (Brasil, 75 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
04/11 - SEXTA-FEIRA
11h00 - Sessão Audiodescrição
DIÁRIO DE UMA BUSCA - Flávia Castro (Brasil/ França, 105 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
14h30
CAFÉ AURORA - Pablo Polo (Brasil, 19 min, 2010, fic).
CONFISSÕES - Gualberto Ferrari (Argentina/ Brasil/ França, 90 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: Livre
05/11 - SÁBADO
11h00
A GRANDE VIAGEM - Caroline Fioratti (Brasil, 15 min, 2011, fic).
AVÓS - Carla Valencia Dávila (Equador/ Chile, 93 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: Livre
14h30
DAMA DO PEIXOTO - Allan Ribeiro/ Douglas Soares (Brasil, 11 min, 2011, doc).
QUEM SE IMPORTA - Mara Mourão (Brasil, 96 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
08/11 - TERÇA-FEIRA
11h00
BARRAS E BARREIRAS, RETRATO DE KELLY ALVES - Riccardo Migliore (Brasil, 38 min, 2011, doc).
QUATRO LITROS POR TONEL - Belimar Román Rojas (Argentina/ Venezuela, 70 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
14h30
DO OUTRO LADO DO MURO - Eleonora Menutti (Argentina, 12 min, 2010, doc).
ENTRE VÃOS - Luísa Caetano (Brasil, 20 min, 2010, doc).
VOCACIONAL, UMA AVENTURA HUMANA - Toni Venturi (Brasil, 77 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: Livre
09/11 - QUARTA-FEIRA
11h00
SOBRA UMA LEI - Daiana Di Candia/ Denisse Legrand (Uruguai, 36 min, 2011, doc).
PEQUENAS VOZES - Óscar Andrade e Jairo Eduardo Carrillo (Colômbia, 76 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
14h30
GRAFFITI QUE MEXE - Coletivo Graffiti com Pipoca (Brasil, 13 min, 2011, animação).
LICURI SURF - Guilherme Martins (Brasil, 15 min, 2011, doc).
CÉU SEM ETERNIDADE - Eliane Caffé (Brasil, 70 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 10 anos
10/11 - QUINTA-FEIRA
11h00
BICHO DE SETE CABEÇAS - Laís Bodanzky (Brasil, 74 min, 2000, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
14h30
CENTRAL DO BRASIL - Walter Salles (Brasil, 112 min, 1998, fic).
Classificação indicativa: 16 anos
IFS - Auditório Pedro Braz
450 lugares
(79) 3711.3100
Gentil Tavares da Mota, 1166 - Getúlio Vargas
ENTRADA FRANCA
01/11 - TERÇA-FEIRA
18h30
ACERCADACANA - Felipe Peres Calheiros (Brasil, 20 min, 2010, doc).
A OCUPAÇÃO - Angus Gibson/ Miguel Salazar (Colômbia/ EUA/ França, 88 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
20h30
CABRA CEGA - Toni Venturi (Brasil, 107 min, 2005, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
03/11- QUINTA-FEIRA
18h30
D.O.R - Leandro Goddinho (Brasil, 4 min, 2010, doc).
SILÊNCIO 63 - Fábio Nascimento (Brasil , 23 min, 2011, doc).
E A TERRA SE FEZ VERBO - Erika Bauer (Brasil, 77 min, 2011, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
20h30
MORANGO E CHOCOLATE - Tomás Gutiérrez Alea/ Juan Carlos Tabío (Cuba/ México, 110 min, 1993, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
04/11 - SEXTA-FEIRA
18h30
DOCE DE COCO - Allan Deberton (Brasil, 20 min, 2010, fic).
CORTINA DE FUMAÇA - Rodrigo Mac Niven (Brasil, 88 min, 2010, doc).
Classificação indicativa: 12 anos
20h30
CHUVAS DE VERÃO - Carlos Diegues (Brasil, 93 min, 1977, fic).
Classificação indicativa: 16 anos
07/11 - SEGUNDA-FEIRA
19h30
O PLANTADOR DE QUIABOS - Coletivo Santa Madeira (Brasil, 15 min, 2010, fic).
MÁSCARA NEGRA - Rene Brasil (Brasil, 15 min, 2010, fic).
UMA NOVA DANÇA - Nicolás Lasnibat (Chile/ França, 23 min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
08/11 - TERÇA-FEIRA
19h30
A TERRA A GASTAR - Cássia Mary Itamoto/ Celina Kurihara (Brasil, 6 min, 2009, animação).
OS INQUILINOS (OS INCOMODADOS QUE SE MUDEM) - Sérgio Bianchi (Brasil, 103 min, 2010, fic).
Classificação indicativa: 14 anos
Jardim das Folhas Sagradas, de Pola Ribeiro
Estreia nesta sexta-feira, 04, em Salvador, e em mais sete cidades brasileiras, o filme “Jardim das Folhas Sagradas”, primeiro longa-metragem da carreira do baiano Pola Ribeiro. A produção conta a história do bancário Bonfim (Antônio Godi), um homem negro, bem-sucedido e casado com uma mulher branca e evangélica, mas que mantém uma relação homossexual.
O candomblé ganha destaque especial. Em “Jardim das Folhas Sagradas”, filme para o qual foi realizado um extenso trabalho de pesquisa sobre a religião afro-brasileira, são mostrados detalhes da crença e a espiritualidade dos personagens em suas rotinas.