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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Divulgue para o máximo de pessoas!

Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:

·
Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis
Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais....


Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site:
www.dominiopublico.gov.br
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.


terça-feira, 16 de agosto de 2011

O que tenho feito pelos nossos “brasileirinhos ”?

José Renilson Souza Santos *

No mundo atual, cada vez mais crianças e adolescentes brasileiros estão mergulhados no mundo das drogas e da prostituição infantil. São o alvo privilegiado da ação criminosa de narcotraficantes e pedófilos.

Contribui para a manutenção e agravamento deste quadro a notória falta de conhecimento específico da área pedagógica que, por meio de palestras, seminários e cursos de capacitação, poderia trabalhar o lado psicossocial destas jovens vítimas.

Hoje, em nosso país, os movimentos que tem por missão e filosofia trabalhar com crianças e adolescentes, a exemplo do escotismo, desbravadores, bandeirantes, policia - mirim e outros, não atingem mais do que 1,82% do universo de aproximadamente 45 milhões de brasileiros jovens.

Diante desta realidade cruel, a varonil nação brasileira limita-se a viver no mundo da ‘cobrança’ aos políticos e poderes públicos. Esquece, porém, que se cada um de nós, dentro de suas possibilidades, fizesse o nosso melhor em prol destes jovens, com certeza seria uma grande ação social e pedagógica na luta contra o crime organizado, que tem, a cada dia, aumentado suas fileiras com os nossos “brasileirinhos” .

É evidente que se trata de uma luta desigual onde, de um lado, estão os referidos movimentos sociais, com seu trabalho inspirado no espírito do voluntariado e, do outro, as organizações criminosas, com toda a sua estrutura suportada por amplos recursos financeiros que suprem as carências das nossas crianças e adolescentes, oferecendo-lhes um mundo “colorido”, porém, com um fim trágico: a morte em tenra idade.

Além dos movimentos supracitados, nós também precisamos levar ao conhecimento de nossos jovens, sua origem, cultura e direitos, com fundamento na ciência histórica. Tal ação terá como fonte de informação as Ong’s, como por exemplo, a Ong Ação Cultural, em Aracaju/SE, que tem entre seus fundadores o agente cultural e professor de História Zezito de Oliveira.

Precisamos, urgentemente, ocupar nossas crianças e adolescentes com atividades sadias e proveitosas para sua vida de hoje e seu futuro como cidadão e profissional. Mas isso só será possível se pararmos de procurar culpados e, dentro do espírito do voluntariado, nos somar e bradarmos que somos mais um a estar do lado do bem e da decência em prol dos nossos brasileirinhos.

"Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a. ''

Johann Goethe


*Promotor Nacional de Policia Comunitária

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

INSTITUTO LUCIANO BARRETO JUNIOR. Fiquem ligados!

Missão
Contribuir para o desenvolvimento humano de adolescentes e jovens sergipanos por meio de ações sócio-educativas voltadas para a preparação para o trabalho, infoinclusão social e o exercício pleno da cidadania.

Objetivos
Como uma Instituição sem fins lucrativos, o ILBJ tem como objetivo maior, desenvolver as potencialidades do ser humano, em especial de adolescentes e jovens sergipanos em situação de risco social e/ou pessoal, através de ações e projetos educativos, sócio-culturais e esportivos, que os prepare para a vida, para o mundo do trabalho e para a cidadania.

Para realizar este objetivo, o Instituto pretende, mais especificamente:
- Promover atividades direta ou indiretamente relacionadas educação, cultura e a preparação para o trabalho e cidadania de adolescentes e jovens de baixa renda no Estado de Sergipe;
- Contribuir para o acesso de adolescentes e jovens, a informação e aos meios para adquiri-la, visto que se entende a democratização da informação como direito social básico;
- Desenvolver, coordenar e apoiar projetos estratégicos nos campos da educação, cultura, esporte e trabalho, voltados para o desenvolvimento de adolescentes e jovens;
- Estimular os mecanismos de inclusão social e de promoção da cidadania, de forma autônoma ou mediante parcerias e intercâmbios com organizações não governamentais, universidades, empresas e outras entidades.
- Ser instrumento da sociedade civil organizada na viabilização de projetos que identifique e apresente soluções para as demandas e necessidades de adolescentes e jovens, mobilizando recursos humanos, técnicos e financeiros;
- Propiciar a tecnologia como um recurso democrático, de acesso a todos que dela necessitam, não apenas de uma minoria.

Confira aqui:

http://www.ilbj.org.br/


quarta-feira, 13 de julho de 2011

Especial ECA 21 Anos


Fonto: Portal Pró-Menino


As contribuições do ECA à noção de direito à educação

Salomão Barros Ximenes

Salomão Barros Ximenes é advogado e coordenador de programa da ONG Ação Educativa

Antes mesmo que a própria legislação do ensino – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996) e Plano Nacional de Educação (2001) -, o ECA veio reafirmar o direito à educação de crianças e adolescentes na forma estabelecida na Constituição Federal de 1988. No entanto, a partir do olhar retrospectivo, há três aspectos sobre os quais o ECA depositou mudanças profundas no campo educacional.

A primeira mudança decorre da própria revolução da noção jurídica de infância e adolescência, amplamente relatada na literatura, que deixaria de ser considerada sob o signo da inferioridade e da tutela e passaria ao estágio de sujeito de direito. Evidente que as implicações sociais, políticas e jurídicas daí advindas ainda estão muito longe de serem compreendidas e vivenciadas na prática. Na educação escolar há uma melhor delimitação de tais implicações: o estudante (sujeito de direito) ganha o direito ao respeito por parte do educadores. Na verdade, mais que meros destinatários, as crianças e adolescentes passam a ser sujeitos da comunidade escolar, com direito a contestar critérios avaliativos e a recorrer a instância avaliativas superiores e a participar e atuar politicamente em entidades estudantis livres e autônomas (ECA, art.53). Tais direitos, é preciso que se diga, são amplamente violados uma vez que se contrapõem à cultura escolar hegemônica.

Relacionado à assunção de um novo sujeito na escola – o estudante – há a própria mudança do lugar dessa instituição (se não a mudança completa, ao menos a incorporação de uma nova identidade). A escola, além de agência (re)produtora de padrões e conhecimentos, passa ser encarada como espaço de realização de direitos, sendo por isso chamada a compor o denominado Sistema de Garantias de Direitos. Isso exige das instituições de ensino a abertura de canais de comunicação com órgãos de promoção, defesa e controle social dos direitos infanto-juvenis e dos direitos humanos em geral. A escolas perdem a “autonomia” para escolher os bons estudantes e passam, do contrário, a ser cada vez mais demandadas a colaborar com as políticas de prevenção e reparação a direitos violados.

Também a implantação desta nova identidade sofre enormes resistências nos sistemas de ensino, o que pode ser expresso na desconfiança generalizada em relação aos Conselhos Tutelares, entidades de atendimento e Justiça especializada.

Na verdade, o desafio apontado pelo ECA diz respeito à própria ampliação da noção de educação escolar hoje em voga, o que pode ser expresso no debate sobre indicadores de qualidade do ensino. A educação é parte dos direitos humanos, o que implica tanto o reconhecimento da exigibilidade e justiciabilidade da educação nas instâncias nacionais e internacionais de tutela a tais direitos como que a educação deve promover a realização dos demais direitos humanos e respeitar, em seu processo, os direitos dos sujeitos implicados.

Daí a necessidade de dar voz aos mais diferentes atores do processo educacional – inclusive e sobretudo as criança e os adolescentes -, fortalecendo na sociedade uma concepções democratizadora de qualidade e de avaliação da educação, capazes de dar conta de todas as dimensões de realização desse direito: insumos assegurados com igualdade, processos educacionais que respeitem os direitos humanos e assegurem autonomia dos sujeitos e das escolas e, por fim, resultados que expressem uma concepção ampla de educação, capaz de formar para o desenvolvimento humano, a inserção no mundo do trabalho e o exercício da cidadania. Como resultado geral de uma educação conforme os direitos humanos espera-se, sobretudo, uma sociedade igualitária, no sentido de que as oportunidades educacionais, econômicas e sociais não sejam pré-determinadas, quase que como direitos reais repassados por herança.

Tais reformas requerem uma combinação de autonomia efetiva e condições de gestão democrática nos sistemas de ensino. Autonomia que não seja confundida com abandono ou com impermeabilidade aos demais órgãos, mas que tem como pressuposto a ampliação significativa do investimento na escola pública, a valorização dos trabalhadores da educação, capaz de tornar o magistério uma profissão desejada pela maioria dos jovens, e a formação permanente desses profissionais.

Assim, é inegável que a noção jurídica de infância e adolescência e a ampliação da função social da escola ocorreu, até os dias de hoje, muito mais na esfera normativa que na realidade. Por falar em realidade, o enfoque no debate sobre qualidade social do ensino não nos pode fazer esquecer que há enormes desafios ainda no aspecto da inserção escolar de amplos contingentes de crianças e adolescentes, sobretudo das camadas populares. Só 19% das crianças de zero a três anos tem oportunidade de freqüentar uma creche; 24% daquelas com idade entre quatro e cinco anos não encontra vagas em pré-escolas, mesmo sendo sua matrícula obrigatória por força da Emenda Constitucional n° 59/2009; mais de 1 milhão de crianças e adolescentes com idade entre 6 e 14 anos, adequada para o ensino fundamental, ainda se encontra fora das escolas, apesar do senso comum quanto à “universalização” do acesso a esta etapa; e, no ensino médio, além da exclusão escolar, temos enormes problemas quanto ao fluxo e permanência dos estudantes nas escolas, sem falar na pouca perspectiva de continuidade dos estudos em instituições de qualidade.

Mas há um ponto em que o ECA trouxe resultados efetivos: o reconhecimento da exigibilidade do direito à educação de crianças e adolescentes. Quando de sua promulgação, em 1990, os direitos sociais em geral eram entendidos como inexigíveis, uma vez que se tratavam de objetivos constitucionais e legais a serem implementados progressivamente através de políticas públicas.

O ECA, no entanto, como o Código de Defesa do Consumidor, trouxe uma nova perspectiva para o ativismo jurídico em defesa dos direitos coletivos e difusos, provocando, por conseguinte, a resposta de instituições estatais de defesa como o Ministério Público, a Defensoria Pública e o próprio Judiciário. Este passa a crescentemente reconhecer a possibilidade de se exigir judicialmente o controle de políticas públicas, sobretudo quando o Poder Público se omite na garantia de vagas em escolas para todas as crianças de uma determinada circunscrição. Mesmo limitadas do ponto de vista temático, essas novas demandas abrem um conjunto de possibilidades para a luta social por direitos educacionais, incorporando definitivamente o princípio da justiciabilidade que estrutura o chamado “eixo de defesa” do Sistema de Garantias inaugurado pelo ECA.

* Advogado, graduado em direito, mestre em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e doutorando em Direito do Estado (USP). É assessor e coordenador de programa da ONG Ação Educativa Assessoria, Pesquisa e Informação e membro da Comitê Diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Beijo de desconhecida evita que jovem chinês cometa suicídio

Os moradores da cidade de Shenzhen, na China, viram um ato heróico e muito bonito no último dia 20. A chinesa Liu Wenxiu, de 19 anos, conseguiu salvar um menino de 16 anos, que queria se jogar de uma passarela, com um beijo na boca. Liu estava passando pelo local quando se deparou com o drama do adolescente, que estava pendurado na passarela com uma faca na mão. Ela conseguiu se aproximar dizendo à polícia que era namorada dele e a razão pela qual ele queria se matar.

De acordo com a imprensa local, o menino perdeu a mãe quando criança e a madrasta não o tratava bem. Além disso, a mulher havia fugido com todo o dinheiro do pai, deixando os dois em uma situação complicada. Liu começou a conversar com o menino e mostrou a ele as cicatrizes de sua tentativa de suicídio. “A única maneira de salvar o garoto era com o amor”, disse.

Durante a conversa, a chinesa beijou o menino e a polícia se aproximou para fazer o resgate. Após o episódio, o menino foi levado para a delegacia e só explicou o ocorrido na presença da falsa namorada.

Fonte: Yahoo! México

http://www.youtube.com/watch?v=-04lpNuwLCo&feature=player_embedded

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Igreja Católica anuncia apoio contra o novo Código Florestal Brasileiro

Igreja Católica anuncia apoio contra o novo Código Florestal Brasileiro

Segundo CNBB, as decisões sobre o Código estão sendo tomadas por uma lógica produtivista, sem levar em consideração a vida

22/06/2011 08:35

CNBB anunciou apoio contra a reforma do Código Forestal Brasileiro

As adaptações do novo Código Florestal Brasileiro, que foi aprovado na Cama dos Deputados no último mês de mais e que tramita no Senado Federal, ganhou mais um ‘inimigo’. Depois de diversas ONGs ambientais, a comunidade cientifica e ambientalistas, agora foi a vez da cúpula da Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) anunciar seu repúdio ao projeto de lei.

A Igreja vai se aliar as outras entidades contrárias ao Código e, juntamente com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e de um grupo de ex-ministros do Meio Ambiente, pretende criar um fórum por meio da CNBB. Todos esses são contrários a flexibilização do usa das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e contra também a proposta feita pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB)/SP) em seu relatório de anistiar os desmatadores.

Com esse novo apoio, reacender as esperanças de projeto de lei ser vetado. No ano passado o apoio da Igreja conseguiu recolher 1 milhão de assinaturas em favor da Lei da Ficha Limpa, aprovado no Congresso Nacional.

A Igreja Católica promete convocar seus fieis “a participar do processo de aperfeiçoamento do Código Florestal, mobilizando as forças sociais e promovendo abaixo-assinados contra a devastação”.

Internet

Para Igreja Católica, decisões sobre ...

As decisões sobre o código foram duramente criticadas pela CNBB, que segundo a entidade, foram e estão sendo motivadas por uma lógica produtivista que não leva em consideração a vida humana e as fontes da vida. Além das assinaturas, a CNBB está cobrando que o Senado convoque a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) para debater a proposta. A SBPC apresentou ao Congresso Nacional e ao governo federal um estudo preliminar sobre as consequências da mudança do código no aumento do desmatamento.
Até o momento, o Senado não acatou nenhuma das sugestões encaminhadas pela SBPC em carta.
O projeto tramita entre as comissões de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Praça dos Esportes e da Cultura

ATENÇÃO! SOLICITEM DO PREFEITO FÁBIO HENRIQUE QUE ELABORE PROJETO, ORGANIZE A DOCUMENTAÇÃO E FAÇA O ENVIO.

9 de maio de 2011

MinC e Planejamento apresentam a prefeitos cronograma das obras das Praças do PAC

O cronograma de realização das obras das Praça dos Esporte e da Cultura (PEC), previstas na segunda fase do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC 2), do governo federal, foi apresentado a prefeitos e secretários municipais, na tarde desta quinta-feira (19), em Brasília, pelas ministras do Planejamento, Orçamento e Gestão, Míriam Belchior, e da Cultura, Ana de Hollanda.

O projeto orçado em R$ 1,6 bilhão prevê a construção de 800 novos centros de esporte e cultura em todo o país até 2014, sendo que para esta primeira etapa, que será iniciada até junho de 2012, está previsto a construção de 400 PEC, em 361 municípios brasileiros, a um custo de R$ 900 milhões, localizados nas regiões Sudeste (164), Nordeste (110), Sul (67), Norte (34) e Centro-Oeste (26).

É uma ação interministerial desenvolvida pelos ministérios do Esporte, Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Trabalho e Emprego, Justiça, e Ministério da Cultura, que será o responsável pela avaliação e coordenação das propostas selecionadas para serem executadas nestes locais.

As praças contam com três projetos arquitetônicos, em áreas de 700 m², 3000 m² e 7000 m². São equipamentos públicos municipais que irão reunir, em um só local, ações das áreas de cultura, lazer, esportes, formação e qualificação para o mercado de trabalho, além de serviços de assistência e inclusão social, com o objetivo de promover a cidadania e reduzir a pobreza nas áreas onde serão implantadas.

“Esse é um projeto que tem um viés diferenciado dos demais porque está totalmente voltado ao cidadão”, comentou a ministra Ana de Hollanda, ao participar da cerimônia de lançamento das praças do PAC. Ela disse que o Ministério da Cultura pretende estender a estes locais os principais programas da Pasta, tais como os Pontos de Cultura, as Salas de Cinema Mais Cultura, Bibliotecas Públicas, Agentes de Leitura, além de projetos de arte apoiados pela Fundação Nacional de Arte (Funarte/MinC).

Cronograma

Os prefeitos terão prazo até o dia 15 de julho para preencher o Plano de Gestão das PEC e encaminhá-los ao Ministério da Cultura. E até o dia 16 de setembro para a entrega dos projetos de engenharia, dos proponentes, à Caixa Econômica Federal, que será o agente financeiro operador dos financiamentos.

No caso de apresentação de novas propostas arquitetônicas, diferenciadas das do manual das praças, o prazo de envio será estendido para 14 de outubro (os projetos precisam passar pela aprovação do MinC). O prazo de contratação da operação será de 60 dias após a entrega do projeto ao banco e o início das obras, com os recursos do repasse, se dará até 180 dias após a contratação, que tem prazo limite para começarem até o mês de junho de 2012.

“Seremos muito mais rigorosos com os prazos do que fomos no PAC I, inclusive com cláusulas de cancelamento de contratos, no caso de atrasos”, comentou a ministra Míriam Belchior, ao abrir os trabalhos do encontro com os prefeitos e secretários municipais. Ela afirmou que desta vez o governo federal só irá assinar os contratos com as prefeituras após toda a documentação ser entregue, para evitar maiores postergações no início das obras. “Queremos trabalhar só com quem está comprometido a levar o projeto a frente”, complementou.

(Texto: Patrícia Saldanha, Ascom/MinC)
(Fotos: Amanda Ourofino, Ascom/MinC)

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